terça-feira, 8 de março de 2011

Apenas um desabafo.

Nesses dias de carnaval, enquanto uns brincam e bebem até a alma, eu resolvi estudar e submeter a minha cabela, principalmente o meu subconsciente, a alguns testes caseiros a fim de obter as respostas para alguns dos meus dilemas atuais. De uma forma geral obtive, principalmente, três resultados. O primeiro é que eu sou uma sonhadora. Digamos que uma futurista, sei lá, uma visionário. Acho que é algo normal, mas toda vez que fecho os olhos imagino o futuro, e apenas isso. Imagino como eu quero que as coisas sejam, como acho que as coisas serão, os meus sonhos realizados, os meus desejos conquistados. Isso em todos os níveis, a longo, médio e curto prazo. Como disse antes, acho que isso é relativamente normal, mas será que é realmente normal só ver esse tipo de coisa ao fechar os olhos?! Não sei ao certo, mas tô mais inclinada a achar que não. O segundo resultado mais frenquente nos meus testes foi: eu estou apaixonada. Completamente enfeitiçada por um moreno, alto, bonito e sensual :P. E é importante salientar que esse resultado está muito atrelado ao primeiro. Afinal de contas, além de só ver o futuro, só o vejo ao lado desse cavalheiro. Além disso, passo boa parte do meu tempo ocioso, que diga-se de passagem não é muito, pensando nele: em como estaria, no que estaria pensando, o que estaria fazendo. Sei lá, é como se a vida dele fosse, em parte, a minha própria vida. OK, acho que exagero um pouco. E esse exagero nos leva ao terceiro resultado mais frequente: eu sou paranóica. Completamente. E mais uma vez esse resultado está intimamente ligado aos outros dois. Fico pensando em várias coisas sem sentido, colocando em prova coisas que não tem nada a ver, alimentando medo inexistentes, ilusões.
E no final de tudo eu só queria ter coragem pra dizer pra esse moreno, alto, bonito e sensual que sim, eu estou pronta. Resolvi meus dilemas, criei coragem pra enfrentar meus medos.
Mas isso daqui é só um desabafo.


Grande beeijo,
Maííra.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Foi bom, ADEUS.

Hoje, 30 de janeiro de 2011, despeço-me deste blog, temporariamente. Este post é o último, até que passem todos os vestibulares, provas e aulas. Vou explicar.

Eu sou uma aluna do 3º ano do Ens. Médio que tem a resposabilidade de talvez fazer um dos cursos mais concorridos do vestibular. E o sucesso no final do ano vai depender de muiiiiiiiiiito estudo e dedicação ao longo do mesmo. Logo, praticamente não vou ter tempo pra mim e pras coisas que eu gosto. Essas tornarão-se supefulas e o meu tempo vai ser divido entre colégio, isoladas e muito estudo em casa. Não que eu vá ficar completamente isolada do mundo. Não posso nem devo, afinal tenho amizades distantes que tenho que preservar. Mas o tempo dedicado a elas será o menor, infelizmente. Com isso, também não terei tempo pra fazer postagens regulares e criativas no blog, não terei tempo para atualizar o meu Twitter, o meu Orkut e o meu Facebook. Vou ficar off-line por longos 11 mêses. Vai ser duro e triste, mas a recompensa é extremamente satisfatória. Então amigos que frequentam o meu Butano, despeço-me de vocês com muita dor e saudades no coração. Mas estou fazendo tudo isso pra uma merecida recompensa.
Foi excelente dividir inúmeras coisas com vcs, ADEUS.

Grande beeijo,
Maííra.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O de despertar de um sentimento

A minha vida anda cada dia mais cheia e confusa de sentimentos. Cada dia surge um fato novo, uma nova versão, uma nova pergunta e uma nova resposta, uma nova decisão, um novo sentimento. E não digo que isso tudo acontece somente dentro de mim, acontece também dento dos outros em relação a mim. E é disso que eu tenho um medo.
Passei a me questionar sobre o momento e o motivo de surgir um novo sentimento. E a resposta mais proxima a que chego é "ATITUDES", "AÇÕES". Sabe aquela velha lei da Física? "Toda ação gera uma reação"? Pois é, seria algo parecido com isso. Bom, pelo menos comigo. Mas do que eu tenho medo é de que sentimentos eu tô despertanto e o porque d'eu estar despertando esses sentimento. Tenho medo especialmente em relação as minhas pessoas mais queridas.
Tenho medo do que as pessoas pensam sobre as atitudes que eu tomo. Tenho medo sobre as reações delas às minhas ações. Tenho medo de um pós. Mas de pouco me adianta o medo, se não consigo evitar que essas coisas aconteçam. De pouco me adianta o medo, se eu não consigo mudar esses sentimento. De pouco me adianta o medo, se ele não faz com que as pessas entendam que eu sou HUMANA, de carne, osso, sentimentos, angustías e dúvidas! De pouco me adianta o medo e o arrepentimento, se eu não consigo ter as pessoas sempre perto de mim, ao meu lado. De pouco me adianta o arrependimento, se eu vou continuar comentendo os mesmos erros. Mas também, eu não posso, não quero, não vou e não devo ser perfeita sempre.

Minhas sinceras desculpas a todos nos quais despertei sentimentos novos e nem sempre tão bons assim.
Grande beiijo,
Maííra.





*Desculpem-me o péssimo post.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Regret

Atualmente, ando procurando algo que chamo de “chave da vida”. É algo q seria capaz de mudar verdadeiramente a maioria das coisas no que diz respeito ao seres humanos. Diante de alguns fatos que aconteceram nos últimos dias, algo me leva a pensar que essa “chave da vida” seja o arrependimento. [Quem nunca se arrependeu que atire a primeira pedra e pare de ler exatamente aqui]. Não vou mentir, eu já me arrependi e muito, e nos últimos tempos eu tenho me arrependido mais ainda das coisas que tenho feito. Admito, tenho feito muitas coisas erradas ou incorretas, como desejarem, e me arrependo bastante de todas elas. E é justamente tudo isso que me leva a crer que o arrependimento é a minha “chave da vida”.
Diante de todas as incorreções que tenho cometido nunca senti uma vontade tão grande de mudar, de me mudar, de mudas a minha relação com as pessoas, de mudar a minha vida. Vontade de mudar, MUDAR. Girar 180º graus e me transformar em (quase) outra pessoa. Mas ao mesmo tempo quero manter quem eu sou, manter a minha essência, manter-me igual, porém diferente.
Achou complicado?! Não se preocupe, também acho. Mas, no final das contas, o que meu arrependimento provocou em mim foi uma onda de mudanças, mas de mudanças corretas. Justamente as mudanças que a minha “chave da vida” provocaria. A mudança em aquilo que deve ser mudado. Aparar as arestas, concertar os defeitos, ajeitar os erros. Reformular, recriar, refazer. Porém, sem perder a minha essência. Sem deixar de quem eu sou. Sem perder meu caráter e me desfazer dos meus valore. Mudar, mas continuar a ser eu mesma.
Por enquanto, minha “chave da vida” será o meu arrependimento sobre os meus erros. Pode ser que daqui a uma semana seja outra coisa completamente diferente. Afinal, todo ser humano é mutável e eu não sou diferente.